Em breve, você ira assistir TV, ler jornal, entrar nos sites e, quem sabe, ate jogar God of War (jogo eletrônico) nos videogames de ultima geração, eles se tornaram o eletrodoméstico principal de uma residência, afirma o professor John Sherry da Universidade de Michigan e co-fundador do grupo Especial de interesse em Videogames da Associação Internacional de Comunicação
Nenhum outro aparelho eletrônico reúne todos os avanços da internet e do mundo moderno. iPad, TVs, celulares e computadores tem suas próprias vantagens e limitações, mas são superados pela somatória de qualidades dos games, que incorporou algumas realizações de outros aparelhos com sucesso.
Os atuais jogos são tão realistas, como de muitos filmes. Recentemente, quando os testes automobilísticos em pistas de verdade foram limitados na Formula -1, por questões orçamentárias, equipes criaram simuladores que nada mais são que videogames específicos para esse fim.
Mas o papel do videogame vai além de reunir, num único aparelho, as últimas inovações dos demais. Eles também acrescentam uma linguagem inovadora. Mais do que qualquer mídia atual, os jogos são extraordinariamente persuasivos porque desenvolveram algo que pode ser chamado de retórica total. Desde os gregos antigos, passamos 2500 anos trabalhando a arte de convencer outras pessoas de uma idéia ou envolvê-las em uma boa história.
Mas sempre estivemos focados no texto ou nos discursos falados. Tudo isso começou a mudar com a pintura, fotografia, e, depois, o cinema. Os videogames estão no auge deste processo porque reúnem enredos que se utilizam de medos e mitos recorrentes, dramas atuais e efeitos sonoros realistas, tudo isso como estímulo à interatividade. Por isso é que produtos como o God of War e Star Craft (jogo de computador, de estratégia em tempo real) continuarão ditando os rumos que a mídia de massa, em todas as suas variações, irá tomar nos próximos anos.
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