Um universitário ao escolher sua faculdade espera ficar muito tempo na Universidade. Quando começa o curso pensa que o tempo demorará a passar. Se espanta quando chega a data da formatura e então percebe que seus pensamentos iniciais estavam errados. Este semestre está sendo marcada por todos esses pensamentos universitários iniciais a caminhada acadêmica.
O tempo para qualquer aluno é sempre o herói e o vilão. Nesta último período ele – o tempo – é o meio termo. É o herói de todos que batalharam durante 7 semestres para aprender disciplinas que muitas vezes nunca se pensou em estudar, ou entender conceitos que alguns “mortais” nunca compreenderiam. È o herói da formatura, da profissionalização, da titularidade do chamado, ou seja, podemos ser chamados de JORNALISTAS, PUBLICITARIOS, COMUNICOLOGOS. Podemos esquecer que o tempo é vilão e considerar somente as vitórias, as alegrias e os sonhos realizados. O sonho do diploma.
O tempo também é o vilão. Vilão das decepções acadêmicas, de inimizades não transformadas em amizades. De conceitos incompreendidos. Da profissionalização banalizada na não exigência de um diploma. De tempos de inimizade – TI’s. De tempos de derrotas mais que perdidas e de tristezas, que não cabe a mim lembrar.
O mesmo tempo que hoje nos consome em alegria de nos formamos, nos trouxe a tristeza da separação. O meio termo sempre imperfeito a todos que querem a perfeição nos adianta emoções intensamente guardáveis e descartáveis. Perfeitamente defeituosas e ludicamente reais.
Contudo, nos despedimos de uns semestres, uns anos, um trecho da vida, uma faculdade, umas amizades, umas parcerias, umas vitórias e umas conquistas, uns professores, mestres e doutores, de fantasmas, de historias. Despedimos-nos de um inicio e de um fim e construímos a partir de hoje de um meio. Simplesmente um meio.
Situamos neste meio chamado comunicação. Usando de ferramentas como Jornalismo e Publicidade. Situamos em um meio ao qual temos nome. Temos um termo que nos delega JORNALISTA, PUBLICITÁRIO.
Por Marquione Ban
